Sobre não deixar a internet te matar por dentro

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No último ano, aprendi uma coisa: a sociedade da gente é doente e a gente precisa tá preparado pra viver nela. Na verdade, a sociedade não é doente, quem tá doente é a gente. A gente vem adoecendo pouco a pouco, num ritmo tão lento que não sentimos algo ruim tomando conta de tudo. Como consequência, contaminamos todos os espaços sociais que frequentamos e vivemos, atingindo (ainda que indiretamente) todas as pessoas que estão nesses locais.

Na prática, não existe um “fator específico” que venha adoecendo a gente, mas um grande ponto de discussão da atualidade são os malefícios de estar presente na internet. Não que internet seja ruim. Eu amo a internet, mas a gente tem a usado em dosagens e de maneira, digamos, errada, gerando várias questões negativas na rede, especialmente aquelas que tocam no “nosso eu”.

É errado, claro, resumir de forma genérica que tudo de ruim que acontece na internet é por conta da gente. Mas, tudo que acontece na rede é consequência de uma ação humana. Dentro das redes sociais, tudo o que fazemos repercute pra alguém em alguma outra tela. Quem recebe o que a gente emite tende a alterar seus questionamentos, anseios, dúvidas (de forma positiva ou não).

A gente tá vivendo um momento em que você só está presente na rede se (e apenas) conseguir existir na rede de fato. Não basta, apenas, criar um perfil numa rede social, é preciso viver naquele espaço. A nossa vivência, porém, ocorre de maneira fisicamente isolada e é aí que vem a necessidade de ter a voz mais alta dentro dos espaços virtuais que ocupamos.

Quanto mais alto você falar e pra quanto mais gente você disseminar o que quer, mais visto você é. Quanto mais audiência você tem, mais importante você se sente. E é aí que mora o perigo: somos todos pessoas fisicamente isoladas, mas completamente conectadas por laços virtuais. Laços esses que, muitas vezes, não transmitem coisas positivas.

A internet começa a se tornar um campo de batalha: vale tudo pra ter mais likes em um post, mas views em um vídeo, mais comentários em uma foto. As razões pra tudo isso são várias: parecer com alguém que tem a opinião muito relevante, ter certa fama, ganha algum dinheiro, além da própria necessidade de ser visto como alguém que existe na rede.

Entre uma foto editada e um vídeo de opinião mentirosa (lembre-se: vale tudo!), quem tá ali na outra tela, recebendo toda essa carga de informação, começa a se questionar se a sua vida é tão bacana quanto às vidas das pessoa que estão ali “produzindo conteúdo”, já que a grande parte das pessoas que estão vivendo na internet possuem vidas comuns: trabalham, estudam, dormem, comem. É gente que não tem essa ânsia toda de querer ser visto (ou que pelo menos não consegue entrar no Monte Olimpo da internet).

É aí que começa nossa morte: nos questionamos o porquê do nosso corpo não ser tão definido quanto o do blogueiro “x”, o porquê da gente não fazer 10 viagens internacionais em um ano, o porquê de não termos 15 mil curtidas em uma foto. Tudo colabora pra que a gente comece a se achar um pedacinho podre e inútil que tá tentando sobreviver à internet. Além da autorreflexão “falha”, a gente continua sendo bombardeado por quem tá ali, na insistência de disseminar conteúdos que beiram a perfeição.

Normalmente, quando a gente toma consciência de  que não estamos vivendo numa “realidade virtual” positiva, é porque já tá tudo meio desandado: a gente tá mal com nosso corpo, mal com nosso estilo de vida, mal com os locais que frequentamos, mal com as pessoas que nos cercam. Diante de tanta informação que nos massacra, a gente começa a achar que não é uma pessoa tão legal assim (mostrar que você é alguém legal e importante é assunto pra outro post, mas sim, você é uma pessoa legal e importante!).

Viver na internet deixa de ser um momento de existência pra ser o nosso momento de morte. A gente começa a morrer por dentro, porque acha que tá tudo errado com a gente e com nossas vidas. É como se a gente começasse a negar nossa real existência pra ficar ali, babando e desejando vidas que não são as nossas, deixando de viver de fato, pra ficar apenas na expectativa de um dia conseguir ter todo aquele conteúdo que consumimos.

Bem, em tempos de que estar conectado é uma exigência, eu sei que não se sentir mal com alguma coisa que vê, lê ou ouve na internet é quase impossível. Mas, quer um conselho?! Quando sentir que a internet está te matando, desconecte-se.

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Edição de foto: quais os melhores aplicativos?

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Hoje em dia, edição de foto é algo que tá bem além dos nossos computadores. Dispositivos portáteis, em especial os celulares, passaram a receber ferramentas diversas pra fotografia. Em se tratando de celular, lojas de apps possuem uma infinidade de aplicativos pra edição de foto, o que deixa a gente perdido pra saber qual o melhor.

Eu admito que sou meio compulsivo por compra de app. Pago ou não, eu vivo comprando aplicativo, o que me rendeu um MBA no assunto. Pensando nisso, separei alguns apps que eu considero bacanas de se ter no celular. Seja pra adicionar um filtro, ou dar uma editada na cara, tem muita coisa bacana.

1- Facetune

O Facetune é aquele app que é um canivete suíço: tem um monte de coisa e a maioria cumpre sua função. Já falei do aplicativo nesse post aqui, quando lançaram o “Facetune 2” (que, pra mim, não vale seu dinheiro). Eu tenho a primeira versão e considero ela suficiente.

O foco do aplicativo é ser um “estúdio fotográfico” portátil: dá pra editar a pele, corrigir sombra, suavizar a paisagem. Pra mim, esse é o ponto principal do app, que ainda conta com alguns filtros, que são bem secundários, se comparados a outros apps.

Vale o dinheiro? sim, vale! Inclusive, dependendo do que você faz nas suas edições, pode dispensar outros apps facilmente.

2- VSCO

Esse é queridinho entre as pessoas que amam tirar foto. O ponto forte desse daqui é o uso de filtros e correção de alguns aspectos da imagem, como saturação, nitidez e sombras.

É um app gratuito, mas que oferece alguns filtros pagos. Dependendo do seu tipo de fotografia, algumas compras podem valer a pena. Por exemplo, se você gosta de fotos em tons pasteis, vale a pena comprar um pack em “pastel tones” que tem lá.

Eu não acho tããão intuitivo mexer no VSCO, já que o app funciona como uma rede social. Claro, com o tempo, qualquer um pega o jeito do negócio.

3- Afterlight

Apesar de já ter uma longa história pra contar, o Afterlight ainda é um bom aplicativo. O app ficou famoso por conta da criação de filtros pelo usuário e por algumas ferramentas que só ele tinha, como molduras especiais pro Instagram. Comprei o app quando era pago, mas hoje dia (se não me engano) é free (revoltado!!!!).

É uma boa pedida pra quem quer “liberar a criatividade”, que gosta de ter um kit de ferramentas mais completo. De certa forma, eu acho que o app não tão mais popular, já que hoje existem milhares de opções. Entretanto, ainda sim é um bom app e que não deixa a desejar nas funções que promete.

4- Adobe Photoshop Express

Olha, eu sou muito suspeito pra falar, já que amo os programas da Adobe. Entretanto, tem gente que pode evitar esse app por achar que ele é “complicado” pra usar, como o Photoshop pra PC também é.

Atualmente, é um dos meus favoritos. Não é um aplicativo de foto difícil de ser usado, mas vai exigir certa paciência pra pegar o jeito, já que existem MUITAS ferramentas pra serem usadas. É um aplicativo bem completo: tem filtro, correção de imagem, redimensionamento. A melhor parte: é de graça.

Tem alguma indicação? Conta aí!!

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8 itens indispensáveis de papelaria

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Um dos meus assuntos favoritos: papelaria! Já disse por aqui uma setecentas vezes que amo amo amo papelaria. Itens desse segmento são indispensáveis pra mim desde que sou criança.

Material de papelaria, pra mim, sempre foi algo além do visual. Usar pra organização e ajudar nos estudos são algumas das muitas utilidades que esses artigos têm.

Como o que é bom foi feito pra ser compartilhado, decidi separar 8 itens de papelaria que acho indispensáveis pra se ter em casa, no trabalho ou no estojo.

1. Post It

Bloquinhos com cola adesiva se tornaram uma necessidade nos dia de hoje. Os mais famosos são da marca Post It, por isso gosto de usar como referência. Dá pra encontrar de outras marcas tão boas quanto e por um preço BEM mais acessível, caso dos da Tilibra. É um item de papelaria que pode ajudar na organização das suas ideias, turbinar seus estudos, ajudar a memorizar coisas importantes. Tudo depende da forma como você vai querer usar.

2. Canetinhas coloridas

Já falei sobre minha paixão por canetas nesse post aqui. Canetinhas coloridas, se usadas de forma correta, são um santo remédio pra nossa desorganização. Por exemplo, na sua agenda, escreva de vermelho coisas muito importantes, de azul coisas flexíveis e use uma caneta roxa pra simbolizar com bolas, traços, estrelas se suas obrigações foram cumpridas.

3. Fitas marcadoras

Sempre usei fitas marcadoras pra separar as matérias do caderno. Só agora, depois de velho, foi que comecei a usar pra outras coisas: marcar o trecho de algum livro que gostei, separar dias de aniversário na minha agenda. As mais famosas (e caras) são da Post It. Pesquisando com calma, dá pra encontrar coisa tão boa quanto e com um preço bem melhor.

4. Bloco pra rascunho

Esse item é tipo “chave”, tenho logo dois jogado na mochila. Ao invés de você ficar andando com um monte de papel solto, a melhor coisa a se fazer é comprar (ou fazer) um bloquinho pra rascunho. É uma forma de tomar nota das coisas do dia-a-dia e exercitar sua criatividade, escrevendo alguma coisa ou até mesmo desenhado. Nos meus, por exemplo, eu gosto de escrever coisas que podem virar tema por aqui.

5. Marca texto

Se você tem só o amarelinho básico, já tá no caminho. O ideal mesmo é ter de várias cores pra diferenciar as marcações que você vai fazer em cadernos, agendas, livros. Eu quando tô estudando, por exemplo, uso duas cores, uma pra questões que devem ser lembradas e outras pra quando é algo MUITO importante. O mais bacana desse item de papelaria é que não tem uma marca exatamente boa, já que a grande maioria cumpre a função. Ultimamente, eu tenho usado os da Faber Castell com ponta fina, mas tô querendo comprar os em tons pasteis da Stabilo.

6. Planner/Agenda

Pra levar na bolsa, deixa no trabalho ou na mesa de estudo, tanto o planner, quanto a agenda são fundamentais pra gente manter a organização diária, semanal, mensal e anual. Eu uso uma agenda tradicional mesmo e acho que ela cumpre todas funções esperadas, mas tem gente que prefere um planner. A melhor pedida é um post pra falar SÓ desse assunto, já que até polêmica gera, mas o essencial é que você tenha pelo menos um dos dois (ou os dois, porque não?!) pra organizar a vida!

7. Adesivos

“Nossa que coisa de criança!!” Hã?! Nada disso! Apesar de ser muito suspeito pra falar, eu aprendi que adesivos são uma ferramenta maravilhosa pra sistematizar e organizar tudo que tiver que ser feito. Por exemplo, você pode usar adesivos em formato de bolinhas pra marcar na agenda as atividades feitas no dia. Verdes pra tarefas cumpridas, vermelhas não cumpridas e azul em aberto. É só usar a imaginação e o negócio fica do seu jeito.

8. Marcador de página

Todo mundo já  conhece aquele marcador de página tradicional, de papel, que a gente ganha em livraria. Hoje, dá pra encontrar de vários tipos e formas. Os meus favoritos são os em formato de pegador com imã: ao invés de marcar uma página, você também pode delimitar um capítulo todo de alguma leitura que esteja fazendo, ou agrupar todos seus resumos da faculdade.

Esses são alguns dos muitos itens de papelaria que eu acho indispensáveis. Claro, tem muito mais coisa, e aí eu precisaria de 999 posts pra falar sobre!

Tem algo que gosta de papelaria e considera um “VOCÊ PRECISA TER!!!”? Conta pra gente!

 

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5 filmes de terror para ver em 2017!

Filmes de terror fazem parte do meu gênero favorito! Apesar do cagaço pra ver, eu amo desde que era criança, sério! Todo ano tem muita novidade e com 2017 não poderia ser diferente.

Tem MUITA produção boa pra esse ano, MUITA coisa super aguardada e MUITO susto pra ser dado. Acho que a palavra chave pro gênero terror, esse ano, é “variedade”, já que tudo vai ser BEM diversificado.

Pensando nos nossos sustos, trouxe uma listinha de filmes de terror que você não vai poder perder em 2017. Tem coisa que já foi lançada, que tá pertinho de chegar e outras que só vamos ver no fim do ano.

1- Fragmentado

Fragmentado não chega a ser um terror de dar arrepios. É mais um suspense que conta a história de Kevin, um homem com um transtorno de personalidade “peculiar”: dentro do corpo dele, existem 23 identidades diferentes. O enredo se desenvolve quando Kevin decide sequestrar 3 meninas para que sejam sacrificadas pra uma suposta 24ª identidade, “a Fera”.

Pra mim, é o filme que vale a ida ao cinema se você curte um suspense misto: sangue, questões psicológicas e tensão.

2- Get out!

Esse daqui tá pra estrear aqui no Brasil e tá sendo superhipermegablaster esperado. Nos sites de avaliação, Get out! (ou Corra!) recebeu notas MUITO altas, o que deixou aquela impressão de “vai ser muito bom!!”. Chris é um jovem negro que está prestes a conhecer a família da sua namorada, Rose. Com o passar do tempo, o rapaz descobre que a família da amada não é tão bacana assim, escondendo uns segredos bem macabros, envolvendo racismo, tortura e terror psicológico.

Eu confesso que tô bem apreensivo pra assistir! O filme vai estrar 18 de Maio.

3- It – A coisa

Clássico é clássico! Muita gente tem medo de palhaço por conta dessa história criada por Stephen King! O enredo trata de uma cidade que lida com um número altíssimo de mortes e crianças desaparecidas. Desconfiados, alguns meninos e meninas decidem investigar e descobrem que tudo é obra de um demônio que assume a forma de um palhaço (que por sinal se ALIMENTA das crianças!).

Apesar de torcer o nariz pra remake, tô muito afim de ver! O filme estréia em Setembro aqui no Brasil.

4- Annabelle 2: a criação do mal

O primeiro filme de “Annabelle” foi meio controverso: eu fiquei esperando demais e não achei lá essas coisas. Talvez porque tenha criado expectativa por conta de Invocação do Mal. Apesar dos apesares, esse segundo filme da boneca, pelo trailer, tá parecendo que vai ser BEM melhor. O foco da história vai ser mostrar como a boneca foi criada e o porquê dela ter virado um símbolo demoníaco. A estreia tá prevista pra Agosto.

5- A Freira

“A Freia” é um spin-off que vai derivar do filme “Invocação do Mal 2”, filme que fez tanto sucesso quanto o primeiro. Na última produção, Lorraine e Ed Warren tiveram que lidar com a figura demoníaca Valak, que assumiu a forma de freira pra assombrar uma família. A personagem ficou tão popular que a produção decidiu criar um filme para explicar a história do demônio, como fizeram em Annabelle.

Apesar de não ter data exata pra ser lançado, eu só espero que o filme não seja meio “bleh” como o primeiro de Annabelle.

Tem algum filme que você tá esperando pra esse ano? Conta aí!

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Playlist: anos 2000

Tudo vai e volta, né?! Nos últimos anos, a gente tá “dando vida” a muita coisa do passado. Os anos 2000 têm sido revividos como nunca, principalmente na música.

Eu tô numa fase de ficar indo no fundo do baú pra relembrar o que costumava escutar.  Parece que foi ontem (quase literalmente) que eu tava sofrendo que nem uma gótica escutando minhas músicas. Não que eu fosse uma pessoa emo sofrida, porque eu sempre escutei de tudo!

Como eu tô muito nostálgico, decidi montar uma playlistzinha com tudo que eu escutava há um (bom) tempo.

p.s: Sim, eu era praticamente uma Luciana Gimenez que só pensava em inglês.

1- Beyoncé – Diva

2- Akon – Don’t Matter

3- Fergie – Big Girls Don’t Cry (quem nunca né gente?!?!)

4- My Chemical Romance – Welcome to the Black Parede (MUITO EMO SOFRIDOO!)

5- Evanescence – Bring Me to Life (pouco gótica talvez)

6– Simple Plan – Perfect (eu era REALMENTE uma pessoa sofrida)

7- Destiny’s Child – Say My Name (chega de sofrimento)

8- The Black Eyed Peas – My Humps

9- Gwen Stefani – Hollaback

10– Nelly Furtado – Promiscuous (aff, me achava muito rapper cantando)

Me conta aí o que você costuma escutar!

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Tatuagens Geométricas / Geometric Tattoo

Tatuagens Geométricas / Geometric Tattoo:

Tatuagem é um negócio que muita gente gosta. Eu, apesar de ainda não ter a minha, sempre pesquiso pra ver se me apaixono por alguma e crio coragem pra fazer. Recentemente, vi o conceito de tatuagens geométricas, o que me deixou louco!

O conceito tem por base a ligação entre figuras geométricas pra criar um desenho. Pode ser algo bem simples, como alguns triângulos, ou mais complexo, o desenho de um animal, por exemplo.

A parte mais legal da tatuagem geométrica é poder reinventar o desenho que quer e da forma como imaginar. Na prática, é uma dupla liberdade criativa: você imagina sua tattoo e imagina como fazer ela usando formas geométricas.

Já que eu gosto de compartilhar gostos com vocês, separei alguns modelos que podem servir de inspiração. Ainda mais se você já tiver naquela vibe de “vou me tatuar amanhã!!”.

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Usando Toy Art na decoração

Usar brinquedos na decoração é algo que tem se tornado comum hoje em dia. Apesar disso, muita gente não sabe de onde vem e como funciona essa coisa de usar um item infantil em ambientes que podem ser bem maduros.

O conceito de “toy art” surgiu lá em 1998, quando Michael Lau, um artista independente de Hong Kong, criou uma coleção de brinquedos remodelada. O negócio fez muito sucesso e é moda até hoje.  O toy art é um “brinquedo que não é pra brincar”. O público alvo das empresas que produzem os toys é a galera com mais de 14 anos, que gosta de colecionar/decorar.

Nesse mundo, alguns itens são bem caros, outros mais baratos e alguns dá até pra conseguir como brinde. A forma como você usa o toy art depende apenas de você: dá pra deixar o quarto mais alegre ou o escritório menos formal.

Como eu sou louco por brinquedos como artigos de decoração, separei alguns modelos que podem servir como ideias pra vocês.

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Eu sou louco pelos bonecos da Funko Pop! A marca produz toys de diversos temas (sério, é muita coisa!). Meus dois temas favoritos dos funkos são Harry Potter e Game of Thrones.  No Brasil, a unidade sai por R$99 (lágrimas), mas nos EUA dá pra comprar cada um por US$8~US$12, depende do modelo.

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As Blythes  são essas bonecas diferentonas que são o sonho de consumo de muita gente. No passado, elas até eram usadas pra brincar, mas hoje o negócio é diferente. As bonecas originais pararam de ser produzidas,  virando um item raro de colecionador. É um artigo bem caro, mas que muita gente ama ter em casa.

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A Disney também não fica muito atrás e produz várias coleções de toy art. Claro, todo mundo fica louco!

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Existem muitos outros tipos de toy art, alguns mais fofinhos, outros mais sério. Na prática, é um universo que dá pra agradar todo mundo.

Toy Art de graça?

Além dos toys que podem ser comprados, você pode conseguir alguns de “graça”. Vez ou outra, o McDonald’s promove o Mc Lanche Feliz oferecendo brindes que servem como toy art. Algumas coleções que amei foram a do Super Mario World, Pokémon e Hora de Aventura.

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Também gosta de toy art e decoração? Conta aí pra gente!

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Como aprender um novo idioma em casa?

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Muita gente acha que aprender um idioma novo em casa é coisa de outro mundo. Eu estudei inglês vários anos da minha vida, mas com o passar do tempo fui esquecendo as coisas. A solução que encontrei foi continuar em estudando em casa – o que me mostrou que estudar uma língua estrangeira sozinho não é um bicho de 7 cabeças!

Hoje em dia, a internet quebra um galho pra muita coisa: pesquisar, comprar são algumas delas. Apesar de muita gente não dar importância, estudar é um negócio que ficou mais prazeroso e fácil com o auxílio da internet, ainda mais se o assunto for aprender um novo idioma.

Pensando nisso, eu trouxe algumas dicas que ajudaram não só a continuar estudando o inglês em casa, mas também a ter curiosidade pra aprender outros idiomas.

Leve o negócio a sério!

Pode parecer bobagem, mas entender que eu precisava levar o estudo do idioma em casa como algo sério me fez ficar mais focado e determinado. Se você for “fazer por fazer”, vai terminar não dando tanta importância, deixando de tratar esse estudo como uma prioridade. Independente da ferramenta que usar pra estudar, entenda que aquele momento de aprendizado é importante!

Estude o idioma que você gosta

Não adianta nada você querer aprender espanhol se você não curte tanto a língua (meu caso). Se você tem mais afinidade com inglês, por exemplo, é melhor você dedicar sua energia e seu tempo pra isso. A gente aprende com mais facilidade quando sente prazer em tá fazendo algo, já que ficamos mais engajados e empenhados com o negócio por sentir que aquilo “não é uma obrigação”.

Não seja tão formal

Não precisa criar um ambiente de sala de aula dentro da sua casa. É claro que, se você quer levar o negócio a sério, é legal ter uma organização de tempo e espaço pra aprender outra língua, mas não precisa ser tão sério assim! O legal de aprender um idioma em casa é ser flexível com você mesmo. Naquele dia que você não tiver com saco de estudar sentado na sua mesa, pega seu computador e vai pra uma cafeteria que tá tudo certo! O ideal é não tornar esse estudo uma coisa chata e rotineira.

Conheça e escolha suas ferramentas

É legal sim ter algum material de apoio pra língua que você quer estudar. Melhor ainda é ter outras ferramentas mais divertidas e tão úteis quanto um curso online ou um livro. Filmes, séries, HQs, games, músicas, vale tudo, desde que ajude no seu aprendizado. No meu caso, o inglês deu uma melhorada absurda quando comecei a ver séries com audio e legendas in english.

Reconheça suas dificuldades e limitações

Se você sentir que tá com alguma limitação, dificuldade pra aprender, reconheça isso e compreenda onde e como você pode melhorar. Não adianta nada você ficar se enganando e achando que tá aprendendo alguma coisa. É o caso de, por exemplo, você tá com algum problema pra lembrar das regras gramaticais em inglês: não custa nada assistir uma aula online ou dar uma lida em uma gramática.

Anote, escreva, registre!

Tenha um caderno pra registrar frases, escrever umas redações e montar um dicionário com palavras desconhecidas. Isso é um exercício não apenas pra melhorar sua escrita, mas pra te ajudar a memorizar as coisas, já que a gente fixa  melhor  quando escreve. Quando comecei a estudar francês em casa, eu tinha o costume de anotar todas frases básicas num caderno e ficar repetindo, conversando comigo mesmo. Isso me ajudou bastante pra dar aquela arranhada básica no idioma.

Pratique com alguém (ou sozinho)

Se você conhece alguém que domina o idioma que quer aprender, pode pedir pra essa pessoa trocar algumas ideias com você no WhatsApp ou no Skype. Se não conhece, não tem problema. Eu mesmo, quando tava a fim de melhorar a “fala” do inglês, ficava no espelho falando sozinho, criando situações imaginárias pra me forçar a falar, fossem respostas mais simples ou justificativas mais complexas.

Teste você mesmo

Quer saber se você tá escrevendo bem? Faça uma redação com no mínimo 200 palavras. Tá querendo ver se tá sabendo se comunicar? Vai pra frente do espelho e simula um diálogo de 5 minutos. A melhor forma de saber se você tá aprendendo alguma coisa é criando testes, provas pra você mesmo. Quando eu tava numa vibe de aprender francês, toda semana eu treinava umas perguntas e respostas básicas de diálogos, o que me ajudava a fixar algumas coisas.

Aprender um idioma novo é uma questão de tempo e esforço. Nada vai vir muito rápido, mas quando mais você praticar, melhor.

É claro que existem muitos outros métodos pra você aprender um idioma em casa. Alguns são bem específicos e outros mais gerais. Conhece algum e quer contar pra gente? É só deixar um comentário! 🙂

 

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