Facetune ou Facetune 2 – Qual o melhor app pra editar suas fotos?

Oi, povo!

Há alguns dias atrás foi lançado o Facetune 2, uma nova versão do aplicativo Facetune, desenvolvido pela Lightricks. O lançamento deixou muita gente em dúvida pra saber qual seria o melhor editor de fotos, já que, por mais  que seja um app de edição poderoso, o preço do mais recente é um pouco ~~salgado~~.

aplicativofacetune

Facetune

Antes de comprar o app, que na época custava cerca de US$4 (pouco mais que R$12), eu ficava mega em dúvida se a compra iria valer a pena. Achava o valor alto e não sabia se o aplicativo era realmente bom. Terminei comprando e digo que não me arrependi!

O app é uma varinha mágica pra quem ama uma selfie: dá pra tirar marquinha de espinha, clarear os dentes, deixar a pele mais opaca, além de ferramentas peculiares, como a de retirar olheiras. Pro preço que foi, eu digo que valeu a pena e que o aplicativo atende bem às minhas necessidades.

Além dos retoques específicos pra selfies, o aplicativo tem um leque bem grande pra editar fotos genéricas, como os filtros e a ferramenta de maior luminosidade para o ambiente.

Facetune 2

O “novo” app foca na otimização da pré-visualização, o que ajuda quem não gosta de tá fazendo um monte de edições pra ter noção de como a foto vai ficar (com um clique você já tem mais ou menos ideia do resultado). É claro que você pode fazer 1 edição bem detalhada, deixando sua foto/selfie com um toque pessoal,  o problema é ter que comprar componentes adicionais pra isso.

ediçãoaplicativofactune2

O aplicativo pode ser baixado de graça, dando acesso a um kit basicão pra editar. A Lighticks oferece 2 formas de comprar os “extras”: ou você compra os componentes de forma isolada (preços variando de US$0,99 a US$2,99 – eu digo logo que existem uma infinidade de extras, o que pode deixar a fatura do cartão salgada) ou mantém uma assinatura de 1 mês(US$1,99), 6 meses (US$6,99) ou 1 ano (US$9,99), tendo acesso a todo conteúdo.

Bem sinceramente?! Eu não vi um motivo que realmente me fizesse querer sair do Facetune pro Facetune 2. Apesar do aplicativo mais novo ter uma pegada mais profissional, o que é positivo pra quem posta muita foto retocada, as diferenças  entre os apps são muito pequenas.

“DIZ LOGO SUA OPINIÃO!!”

Eu vou continuar com o meu Facetune, já que tudo que eu preciso tá lá. Se você ainda não tem o aplicativo e tá em dúvida, eu aconselho baixar os dois pra fazer uma comparação, até porque cada pessoa tem um estilo de fotografia. As funcionalidades básicas (limpeza de pele, clareamento dental e alguns outros) são as mesmas nas duas versões – as diferenças são pequenas pra dizer que um é muito melhor que o outro.

O Facetune 2 tenta se destacar por inserir novos pincéis de retoque (se você for ficar na edição basicona, isso termina sendo desnecessário), filtros (existem apps mais legais pra isso) e outros detalhes. De verdade?! Termina sendo muito dólar gasto (O Brasil tá num apocalipse financeiro, meu povo!!) pra umas coisas que não são tão significativas assim. É aquele negócio: dá pra usar a versão mais recente sem pagar nada? Sim, mas o app fica “fechadinho” se você tem todos componentes, claro.

E vocês? Compararam os apps? Tem algum aplicativo de edição que ama e quer compartilhar? Comenta aí <3

 

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3 Mangás de terror pra tirar seu sono

Terror é uma palavra que mexe com qualquer pessoa. Histórias, filmes, séries, tudo isso pode deixar muita gente sem dormir direito durante algumas noites. Eu AMO o gênero terror e justamente por isso eu fui caçar “coisas” que fugissem da produção comum, e foi aí que eu esbarrei nos mangás, as famosas histórias em quadrinhos japonesas.

Eu já conhecia mangás famosos, mas nunca tinha parado pra pesquisar alguns de terror. Como japonês é muito criativo, transmitir medo em uma história em quadrinhos também foi uma sacada excelente. Pensando nisso, e em clima de Halloween (que já passou), deixo essas 3 dicas de mangás pra você que curte um ~~terrozinho~~.

Espero que gostem!

P.s: escrevi esse texto sozinho, em casa e de noite. Terminei, fechei o notebook e fui dormir rezando 3 “pai nosso”.

  1. Jisatsu Circle – Suicide Club (Furuya Usamaru)

mangá clube suicídio suicide club

De cara, eu digo que não dá taaaannnto medo. O mangá surgiu de um filme de 2001 e é um terror psicológico que coloca a gente pra pensar no final da história.

Tudo começa com mais um dia comum em Tóquio. 54 meninas descem as escadarias de uma estação e ficam alinhadas na plataforma, até que todas pulam na frente do metrô. Dessa tragédia (sim, pq as fias são esquartejadas), só Saya Kota sobrevive (sem nenhum arranhão!),o que faz a jovem começar a investigar as questões que envolvem a morte, já que a garota fica determinada a fundar um novo clube do suicídio com outras meninas pra repetir o feito anterior. Dá pra ler por aqui.

2. Fuan no Tane (Nakayama Masaaki)

mangá fuan no tane

“Esse dá medo?” Bem, eu acho que Fuan no Tane tem um misto de sensações, principalmente tensão e medo.

O mangá de Nakayama Masaaki é uma coletânea de várias histórias curtinhas (tem história que só tem duas páginas) que vão tratar de vários temas, principalmente de lendas japonesas.  Quase todas as narrações em quadrinhos tem um clima bem tenso, aquela coisa bem pesada, que deixa você meio que esperando a coisa ruim acontecer. Ou seja, se você tem coração fraco, liga a tv no my little poney agora! Se quiser ler, é só ir nesse link aqui.

3. The Drifting Classroom (Kazuo Umezu)

mangá the drifting classroom

Apesar de ser bem antigo (1972), é um clássico. O enredo é perturbador: uma escola “muda” seu local de origem, com todas pessoas dentro, indo parar num deserto sem fim. Só isso já dá um clima de medo nas crianças (sim, é uma escola primária!!). O negócio começa a ficar mais tenso quando os professores começam a se matar e um clima de sobrevivência começa a se instalar entre os alunos e alunas, que têm noção de que, sem trabalho em conjunto, vai todo mundo morrer.

O mangá tem um misto de suspense e terror psicológico e dá pra ser lido por aqui. 

Bons sonhos pra vocês!

 

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Batalha de Canetas – Compactor x Faber Castell x Stabilo

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Oi, povo!

Acho que já comentei por aqui que eu sou doido por papelaria.  Eu era desses que ia pro colégio com o estojo recheado de canetas, e quanto o coleguinha pedia uma emprestada, eu dava aquela que já tava sem tampa, rachada e falhando, só pra não correr o risco da caneta ser furtada ou voltar mordida. Até hoje, canetas são meu vício.

No ano de 2008, uma linha de canetas começou a ficar popular entre os estudantes: as canetas com pontas ultra-finas. Na época, a marca que tava ~~estourada~~ era a Stabilo e eu lembro que uma menina da minha sala tinha um estojo dessas canetas com 20 cores. Vocês acham que eu morria de inveja?! SIM OU CLARO?!?!?!?!

batalha de canetas

O mercado de canetas começou a mudar quando as marcas Faber Castell e Compactor resolveram lançar suas linhas, o que passou a gerar preferências das pessoas em relação aos modelos. Ou seja, tinha criança que era hater de caneta (a menina que eu falei aí em cima era uma delas, sério!!).

 Por mais que boa parte do pessoal pense que essas canetas são tudo a mesma coisa, eu decidi trazer um “review” dos modelos das três principais marcas do mercado brasileiro (Microline da Compactor,  Grip Fine Pen da Faber Castell e  Point 88 da Stabilo), mostrando que existem algumas diferenças que podem fazer a diferença na hora de você comprar.

1.Microline da Compactor

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A Compactor foi a pioneira (a.k.a esperta) pra criar uma linha mais barata desse tipo de caneta. Uma unidade da Microline pode custar 1/4 do valor de uma Point 88, ou seja, se você não quer gastar muito, essa é uma opção válida. Por ser barata (algo em torno de R$2,50), dá pra deixar ela na mesinha do escritório ou levar jogada na mochila, usando só pro dia-a-dia.

  Se você tá pensando em comprar pra desenhar ou colorir, eu não indico tanto porque a qualidade da tinta não é tão boa. Nos primeiros traçados, a qualidade é até legal, mas, com pouco uso, a tinta vai ficando com um aspecto meio “borrado” ou falhado, especialmente nas cores mais escuras (tipo o preto). Além disso, eu não acho ela tão confortável pra tá usando durante muito tempo, já que o formato dela não se encaixa tão bem na minha mão. É uma opção super baratinha, com uma qualidade “ok” e fácil de encontrar em papelaria.

2.Grip Fine Pen da Faber Castell

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Sabe aquele primo meio termo?! Não é pobre, mas também não é rico. Não é bonito, mas também não é feio. Pronto, a Grip Fine Pen é mais ou menos por aí. A caneta da Faber Castell é um meio termo em vários aspectos: o preço é médio (algo em torno de R$4,50~R$5), tem uma gama de cores variadas e a qualidade é boa.

O ponto forte da caneta é o conforto pra escrever, sublinhar ou desenhar, já que ela possui um formato triangular e aquelas bolinhas antiderrapantes, dando mais firmeza pra riscar. A qualidade da tinta é boa, mas já aconteceu de eu comprar algumas e notar que o traço tava um pouco mais escuro que o normal, nada que tivesse ficado impossível de usar. Das três marcas que vou falar aqui nesse post, eu acho que a Grip Fine Pen é a mais chatinha de achar em papelaria e livraria, ainda mais se você tiver pensando em comprar por unidade. Ela é ideal pra você que gosta de um risco mais forte, já que até as cores mais claras se mostram beemmm presentes.

3. Point 88 da Stabilo

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A Point 88 é a rica das canetas. Eu digo logo de cara que é a minha favorita e que eu sou muito suspeito pra falar. Apesar de ter o tubo mais fino que o da Grip Fine Pen e parecido com o da Microline, ela é mega confortável pra sublinhar, escrever, desenhar. A qualidade da tinta é excelente: não fica nada borrado ou falhado, o que dá um aspecto de uniformidade no traçado.

Pra você que trabalha com design e arquitetura, ter um estojo dessas canetas da Stabilo é um sonho, eu sei! A cartela de cores é extremamente variada, o que faz os olhinhos de muita gente brilhar. “Tá Diego, mas a Point 88 em alguma desvantagem?” Claro né mores, já que nem tudo é perfeito nesse mundo: o preço dessa linha de canetas é bem salgado. A unidade chega a custar 10 lágrimas de sofrimento vendo a fatura do cartão R$10. Logo quando lançou, eu ganhei três cores da minha mãe – azul, vermelho e preto – e até hoje não comprei o estojo completo (sintoma de pessoa adulta pobríssima). É uma caneta que eu indico pra quem gosta de ter um bom material de papelaria ou pra quem realmente precisa pra trabalho, já que o gasto pode terminar sendo alto.

Você também gosta de canetinhas? Conhece algum modelo diferente dos que eu falei? Comenta aí!

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