5 motivos pra você assistir “Justiça”

ATENÇÃO! ESSE POST (PROVAVELMENTE) CONTÉM SPOILERS!!!!!!!

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Se você tava morando em Marte e não tava acompanhando o Twitter durante as noites no mês de Setembro ou ficava com a TV desligada, muito provavelmente você nunca ouviu falar na série “Justiça”, que foi exibida na Globo e terminou no dia 23/09. De cara, eu digo logo pra tirar essa cara feia só porque a série foi montada pra passar num canal aberto. Sério, tudo é MUITO bom nesse seriado!!

Tentando resumir pra vocês, o seriado se passa em Recife (meu país!!!!) e vai contar 4 histórias que se cruzam. Os enredos vão tratar de dramas vividos pelos personagens centrais de cada eixo, todos estabelecendo laços de alguma forma. Cada “ciclo” de histórias dura 4 episódios, e cada episódio desenvolve um dos enredos de forma central, dando pistas e mostrando os outros 3 de forma secundária.

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Vicente (Gesuíta Barbosa), Fátima (Adriana Esteves), Rose (Jéssica Ellen) e Maurício (Cauã Reymond) vão parar numa mesma delegacia numa mesma noite, cada um por um motivo. Todos são presos e veem suas vidas mudar completamente, principalmente depois de saírem da cadeia, cada um com alguma coisa em mente, seja pra reconstruir tudo que foi destruído ou destruir tudo que foi construído (me sentindo culto com essa última frase).

O seriado tem um misto de sensações que terminam provocando a gente, meio que fazendo o público se sentir parte não só de cada história de forma isolada, mas do todo completo se cruzando. Por abordar temas como vingança, desigualdade, preconceito, violência sexual, superação (entre muitas outras coisas), a série foi super bem acolhida pela galera, que ficava vibrando a cada episódio. Pensando nisso, elaborei uma lista com 5 razões pra você começar o seriado nesse exato momento (por favor, leia!):

1 – Você vai se identificar MUITO com alguma das histórias (ou com todas)

Apesar de todas as histórias estarem interligadas de alguma forma, vai ter uma que vai te prender mais. Apesar de algumas sensações serem comuns às histórias (como o sentimento de nostalgia), cada uma tem algo muito mais marcante, como mágoa, arrependimento, vingança, dor, superação, e, dependendo de como a gente enxerga a “justiça”, é inevitável não ficar mais grudado com um dos enredos (eu mesmo fiquei apaixonado pela história de Fátima, interpretada por Adriana Esteves).

2 – Todas as histórias se passam numa cidade fora do eixo Rio-SP

Normalmente, as produções da Globo se passam no Rio de Janeiro ou em São Paulo. Dessa vez é um pouco diferente: tudo se desenvolve em Recife e localidades próximas (como a cidade de Olinda, famosíssima pelo carnaval). Melhor do que ver um local “novo”, é ver tudo se desenvolver nele e até reconhecer alguns pontos da cidade (esse foi meu passatempo, ficar falando dos endereços quando eu reconhecia algum lugar). O mais bacana foi ver que as filmagens variaram muito, mostrando desde os bairros nobres da cidade, até as favelas. Dos restaurantes “chiques” aos botecos de rua. Detalhe: tudo existe MESMO!

3 – Você vai vibrar e sofrer com os personagens

Se tem uma coisa que não dá pra negar é que eu fiquei muito envolvido com as histórias de todos os personagens. Eu tava chegando num ponto que passava o dia pensando que o personagem “x” podia fazer tal coisa pra ter tal resultado. É meio que aquele filme que você AMA e toda vez que assiste dá vontade de fazer parte da história. Tenho pra mim que boas produções causam essa sensação na gente. Em “Justiça”, quando você menos espera, já tá lá derramando umas lágrimas ou pulando no sofá e torcendo com o feito de alguém. Minhas personagens favoritas foram Fátima e Rose, que (pra mim) tiveram as duas melhores histórias.

4 – Atuação + Trilha Sonora + Fotografia

Sério, o “conjunto da obra” ficou muito bom! Atrizes e atores trabalharam muito bem, em especial Adriana Esteves interpretando Fátima e Leandra Leal no papel de Kellen. As filmagens do meu país da minha cidade querida são feitas a partir de vários ângulos e momentos, o que mostra várias possibilidades de visões de Recife, sem falar da trilha sonora, recheada de música genuinamente brasileira, o que dá uma cara completamente autêntica ao seriado.

5 – A “Justiça” é Relativa (!) (?)

A série, por mais que tenha começo, meio e fim, deixa no ar um questionamento: o que é justiça? Parece fácil, mas não é, até porque numa faculdade de Direito (eu sou prova viva) ,muitas vezes, alunos e professores não conseguem chegar a uma só definição. Mostrando que a justiça se constrói a partir de cada história, cada momento, cada dor, cada desejo, o seriado termina dando esse tapa de luva na cara da gente, abrindo nossos olhos pra mostrar que o mundo é MUITO mais complexo do que a gente imagina.

Depois me digam o que acharam! 🙂

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3 documentários sobre “consumo” pra fazer você pensar um pouco

O nome do blog, a princípio, pode dar a ideia de que tudo aqui é escrito pensando no material. Muita coisa sim, mas nem tudo. Quando eu criei esse espaço, foi muito mais com uma intenção de me libertar de muita coisa do que ficar indo a um shopping todo final de semana pra ver se encontrava algo em promoção pra criar um post e fim

Como eu digo na minha bio daqui, “consumo” é uma palavra chave pra muita coisa que a gente vive. Com quem a gente se relaciona, o que a gente compra, come, vê… tudo isso (e muito mais) tem haver com consumo, em altas ou baixas proporções.

Eu amo documentários que tragam uma realidade crua. Aquela coisa que a gente sabe que existe, mas finge que não vê por não querer digerir e saber o sabor amargo que muitas coisas no mundo têm. Comecei a me interessar pelo gênero cinematográfico ainda na adolescência e eu nunca segui um padrão: já vi de absolutamente tudo.

Minha dica de hoje são três documentários pra pensar sobre consumo material mexe com a gente, destrói vidas ao redor do planeta e trata a natureza como uma escrava de um “sistema falido”.

1 – The True Cost

Pra mim, é um dos documentários mais inteligentes pra falar sobre a indústria da moda de hoje. Andrew Morgan, o diretor, é um especialista em fazer documentários que deixam a gente “pensando no amanhã”. Em The True Cost (que eu assisti no Netflix), são trazidos vários temas relacionados ao mundo da moda, como exploração de mão-de-obra em países subdesenvolvidos, uso inadequado dos recursos naturais e até que ponto uma peça de roupa (barata) é uma simples peça de roupa.

O enredo é um misto do impactante com o comovente e deixa a gente pensando qual é o custo real de comprar e vestir uma roupa pela “simples necessidade consumir”.

2 – A História das Coisas (The Story of Stuff)

Disponível no YouTube, foi um documentário que eu vi no ensino médio e vi de novo na faculdade. O foco é levantar questionamentos sobre o modo de produção capitalista pensado essencialmente para o consumo. Mostrando que o processo de extração, produção, distribuição e disposição é muito mais complexo do que a gente imagina, The Story of Stuff critica de forma pesada a forma como a gente produz e consume tudo que tá no mundo, trazendo algumas possíveis soluções para um problema que se agrava mais e mais com o passar dos dias.

3 – The Sweatshop – Deadly Fashion

Muita gente, inclusive eu, acompanha uma porrada de blogueira e blogueiro que fala de moda, já que hoje em dia é mais do que normal todo mundo querer tá bem-vestido. Mas, e se esses profissionais da internet pudessem conhecer tudo que tem por trás daquela peça de roupa recebida de jabá ou dos montes de roupa que saem de uma loja em liquidação?! A proposta do documentário The Sweatshop – Deadly Fashion é pegar três blogueiros de moda da Noruega e tirá-los da posição de consumidores, passando pra de produtores no Camboja (um dos países que mais sofre com as irregularidades da indústria têxtil).

Se você tiver seu documentário pra indicar ou quiser indicações de mais outros, é só falar!

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Playlist: louco dos K-Pop!

Oi, gente!

Uma vez me disseram que começar a escutar pop coreano era um caminho sem volta: 3 segundos já seriam suficientes pra viciar. Como eu não tenho um gosto musical milimetricamente definido, decidi entrar ~de forma mais profunda~na musica pop oriental e posso dizer que tô louco, doente, viciado no gênero musical coreano.

Tudo começou quando eu vi um vídeo do canal Pedrugo, que tava falando sobre o mundo da música pop coreana,  foi nesse momento que comecei a pesquisar sobre as bandas, me apaixonando de cara! Apesar de ter gostado de algumas músicas das bandas formadas por meninos, eu admito que as girlbands me ganharam.

Apesar da sociedade sul coreana ainda ser conservadora, o pop já vem ganhando espaço há um bom tempo no cenário artístico de lá. Como ainda não sou expert a música pop oriental, decidi separar algumas músicas que venho escutando nos últimos dias, tudo com uma pegada bem variada.

1 . Hate – 4MINUTE

Apesar da banda 4MINUTE ter se desfeito esse ano, eu achei que foi a girlband que mais me agradou. A letra é bem “girl power” (o que não agrada muita gente), fugindo do padrão de bandas femininas, que muitas vezes tem um conteúdo bem inocente, romântico batendo no meloso. A rapper do antigo grupo, Hyuna (minha favorita), é tida como a princesa do pop lá na Coreia. Sim, é uma Britney Spears oriental.

2. I – Taeyeon

Taeyeon é integrante da girlband Girl’s Generation, uma que eu já tinha escutado algumas músicas há um tempão. No pop coreano é super normal que as bandas se apresentem em conjunto ou que as integrantes possam apresentar suas músicas solo, sem que uma atividade atrapalhe a outra.

3. I am the best – 2NE1

O momento “boom”da banda foi há alguns anos, tanto que o single “I am the best” já tem um tempo de lançado, mas ainda sim é considerado um hino pra música pop coreana. Essa música fez tanto sucesso lá em 2011,  que rendeu versões em inglês, japonês, heavy metal, tudo que vocês imaginarem. Atualmente, as cantoras seguem mais pro lado da carreira solo, inclusive envolvidas com outros projetos artísticos.

4. Call me baby – EXO

Das bandas formadas por garotos, acho que foi uma das poucas que gostei. O que pude notar é que a banda EXO é bem marcada pela coreografia dos integrantes, que dançam de forma bem sincronizada, parecendo uns robozinhos .

5. Ice Cream Cake – Red Velvet (a lista iria terminar aqui)

Escutei Ice Cream Cake da banda Red Velvet esses dias e me apaixonei completamente! Atualmente, é um dos grupos mais famosos lá na Coreia do Sul. O M/V do single é lindo e vale a pena ser visto umas 700 vezes.

6. Heart Attack – AOA

AOA é um grupo feminino que tá no topo, na nata do k-pop. Como eu conheci as meninas há pouco tempo e amei as músicas, em especial a que deixei aí em cima, eu não podia deixar de fora e decidi fechar minha lista com 6 canções, se não eu vou terminar deixando umas 982947093 músicas pra vocês. Além da coreografia super bem feita, a música (apesar de beeemmm romântica) é daquelas que dá vontade de levantar e ficar dançando junto.

Tem sua playlist the k-pop montadinha? Compartilha comigo!

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Tênis da Kanui: vale a pena?

Há umas semanas eu tava aceitando a ideia de que tava precisando de uns sapatos novos. A princípio eu só queria comprar um, que seria um desses branquinhos que tá na moda (blogueira feelings). Na minha primeira volta no shopping, vi que um par iria me sair mais ou menos R$220 e foi nesse momento que as lágrimas começaram a escorrer da carteira.

Pensando em dar uma economizada, parti pra pesquisar na internet, encontrando a Kanui. Foi nesse momento que lembrei que meu namorado já tinha comprado nela e tinha gostado dos produtos. Resolvi dar aquela chance, já que sou cismado pra comprar roupa, sapato, acessório em loja virtual. O site é cheio de modelos de tudo, especialmente de calçados. Tem de todo tipo e pra todo gosto.

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Primeiro, parti logo pro sapato que queria e achei de cara: branquinho, sem muitos detalhes e pela bagatela de R$129. Claro que fica aquele receio se vai ser o “barato que sai caro”, mas mesmo assim eu resolvi apostar. Quando eu tava finalizando a compra, vi um banner piscando: 2 pares de sapatos por R$139 (nesse momento a mão começou a tremer). Terminei escolhendo um segundo par pretinho, que foi virou minha paixão!

Detalhe pro cadarço todo bagunçado do branco recém-saído da caixa (!)
Detalhe pro cadarço todo bagunçado do branco recém-saído da caixa (!)

A compra chegou com 5 dias úteis, o que foi bem rápido, já que meu frete saiu de graça (ponto pra Kanui!). As caixas vêm bem protegidas num saco plástico mega vedado. Não fiz unboxing por motivos de: no dia que os sapatos chegaram, eu já fiquei doido pra usar um par no mesmo dia.

Depois de usar os dois, eu digo que o branco (modelo Skateboard Tenerife Mono da Ride) meio que me decepcionou: a qualidade é boa e o produto é confortável, mas a parte do cadarço não tem uma finalização tão legal. Quando você coloca no pé e amarra, dá pra notar que ela dá aquela contraída e aí você vai ter que ter uma senhora paciência pra ajustar toda vez que for sair.Como o objetivo foi uma compra mais econômica, eu não tenho que tá exigindo qualidade de grife, mas claro que dá aquela dorzinha no peito quando o produto não atinge todas nossas expectativas.

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O tênis preto (da Dafiti, acho que as duas lojas têm parceria), que foi uma compra bem mais “esse tá lindo, vou pegar”, foi uma surpresa: além de confortável, o sapato tem um acabamento bem legal. Os detalhes nas laterais dão uma cara super diferente, não deixando aquela impressão de “calçado-pretão-comum-gótico-trevoso”. Pra mim, tá sendo aquele sapato que você quer tornar uniforme pra sair, trabalhar, faculdade.

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Compras por internet são assim mesmo: caixinha de surpresas. A compra, apesar de super válida, teve o ponto do baixo da decepção com o sapato que eu mais queria. Por outro lado, acabei me surpreendendo com outro produto que nem esperava. Se você tá a fim de dar aquela economizada e poder escolher entre uma variedade gigante de modelos com qualidade “ok”, a Kanui é super indicada!

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Semanas que se resumem em comida

Se tem uma coisa que eu tenho consciência é que boa parte do meu dinheiro é gasto com comida. Eu AMO comer, não posso negar isso, mas uma coisa que venho notando nas últimas semanas é que isso tem tanto me prejudicado no bolso e na saúde.

Claro que sair uma vez na semana com aquela pessoa especial não mata, mas deslizar já na segunda-feira quebra a dieta financeira e alimentar de qualquer um.

Como eu venho tentando me policiar pra evitar muitos gastos sem necessidade e também dar uma controlada na alimentação (já que meu último emprego alterou um pouco a minha rotina), trago um resumo do que fiz nos últimos dias em formato de foto-de-comida-pra-morrer.jpg pra dar inveja em alguns e me fazer chorar vendo o tanto de caloria que consumo e como gasto minhas dracmas de ouro.

  1. Mojito e comida Tex-Mex no Escalante’s

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O Escalante’s é um restaurante de comida Mexicana e Texana daqui de Recife. É um dos meus locais favoritos: preço médio, atendimento bacana e ambiente massa. Pra quem não quiser escolher o prato à la carte, o local tem a opção de rodízio (que é a que escolho, pois gordo). Da última vez que fui, fugi da tequila e fui pro mojito, que é bem suave, bom pra quem não gosta de sentir tanto o gosto do rum. Dica: peçam os churros com doce-de-leite de sobremesa.

        2. Rock Brownie do Rock & Ribs Steakhouse

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Minha relação com o Rock & Ribs do Amazéns do Porto daqui de Recife é meio que de amor e ódio: a comida é muito boa, o ambiente é ótimo, mas o preço é meio salgado e o atendimento não é lá essas coisas. O snap save é um prato que a concorrência deles faz um pouco mais elaborado, mas ainda sim a do R&R é deliciosa: Rock Brownie – um brownie com sorvete de creme e chantilly, finalizado (me sentindo chef gourmet) com calda e raspas de chocolate (acabei de morrer aqui desejando uma).

A dica é que a melhor entrada é a Mountain Fries: batata-frita com mix de queijos e bacon, podem pedir sem medo. O preço do prato é “ok” e serve umas 3 pessoas fácil fácil.

 

     3. Visitando o Rood Bike Club de Caruaru, PE

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Fritas sequinhas com um molhinho de pimenta

Recentemente, eu fui visitar minha família numa cidade daqui do interior de Pernambuco, chamada Caruaru. Apesar de ser uma cidade do interior, a cidade vem ganhando uma cara bem urbana nos últimos anos, o que motiva muita gente abrir seu próprio negócio por lá.

Inaugurado no final do ano passado, o Rood Bike Club é um bistrô de noite e uma oficina de bicicletas pela manhã. O ambiente é muito bom, a galera que atende é bem atenciosa e o preço é bem convidativo. Pedimos uma porção de fritas, que vem com um molho de pimenta sensacional, e uma porção de mini burgers (a carne tava muito bem temperada, sérião). Aconselho chegar um pouco cedo, já que o local fica bem cheio, além do que você pode usar parte do tempo pra conhecer a decoração do local, que também conta com uma loja de ~~roupas moderninhas~~ e artigos esportivos.

Caso goste de vinho, cerveja e/ou drinks, peça pra conhecer a cartela deles, bem variada, agradando gregos e troianos.

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Mini Burgers – quando o prato chega, parece que saiu do Pinterest
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Quarto Geek: tem idade pra montar um?

Um dos meus grandes sonhos é conseguir montar um espaço só pras minhas coisinhas do universo geek. Na maioria das vezes, quando alguém pensa em montar um espaço com traços muito pessoais, o quarto é o cômodo mais escolhido. Nos últimos anos, a galera veio quebrando essa coisa de que “quarto decorado é coisa pra criança”, já que todo mundo vem assumindo seus gostos sem muito medo de ser julgado.

Toda essa “quebra de paradigmas” vem fazendo jovens e adultos buscarem ideias pra criar, planejar e montar um cantinho que transmitam uma parte da personalidade cada um, deixando cômodas, paredes, camas, cortinas com um aspecto divertido e pessoal.

Dentro do mundo geek, eu amo coisas que tragam referências de games e de super-heróis. Pensando nisso, trouxe algumas coisas que servem de referência pra mim, o que não só pode ser útil pra montar um quarto, mas qualquer espaço que te faça se sentir confortável.

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Fotos: Pinterest.

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Passos da Semana — Doce, Drink e Cinema

Resumo de mais uma semana desinteressantemente interessante

1.Gordinho na Cheesecake – Segunda-Feira (13/06)

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Cheesecake de goiaba delícia do Palácio Café

2.Outback + Cinema – Terça-Feira (14/06)

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Recomendaria esse drink do Outback se não tivesse achado que senti demais o gosto do álcool. A comida tava uma delícia e eu não tirei foto por motivos de: fome
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Depois de jantar com o boy, a digestão foi feita vendo Invocação do Mal 2 (que a gente tava doido pra ver). Indicadíssimo pra quem gosta do gênero e pra quem também não gosta (só deixar de ser cagão/cagona e ir num cinema).

Boa semana e beijos de luz!

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(Meus) 5 possíveis finais para Game of Thrones

 Que GoT é uma das séries de maior sucesso da atualidade todo mundo já sabe. Amada por muitos e odiada por alguns (olha eu alfinetando os haters), o seriado da HBO deixa as noites de domingo mais movimentadas, rendendo assunto pra semana toda.
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Do mesmo jeito que tem a galera que se dedica a estudar o seriado pra criar as mais variadas teorias, tem o povo dedicado a pagar de “mãe Diná” (eu me incluo aqui) pra fazer “””””previsões””””””” (levando a série super a sério, claro). Ter lido alguns dos livros e assistir o seriado me faz pensar muito sobre o futuro de tudo e todos. Pensando nisso, minha cabecinha já confabulou vários finais pra série (que termina na próxima temporada, de acordo com os diretores) e eu decidi compartilhar com vocês por motivos de (insira aqui qualquer motivo que quiser, pois não pensei em nenhum).

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SEGURA ESSA MARIMBA AI, MONAMÚ!!

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1. FIM DOS LANNISTERS
A crise da família Lannister tá igual a do nosso amado país: governo instável, cofres quebrados e muita picuinha mal resolvida.  Só pra vocês terem uma noção, eu acabei de listar algumas desgraças que afligiram/afligem a Casa do Leão, como a morte de Joffrey bem no dia do casamento (Cersei perde um filho), Sansa e Arya Stark fogem(o que deixa os Lannisters sem domínio sobre o norte), a morte de Twyn, o patriarca, cagando (morrer cagando, péssima morte), Tyron, o anão, também fugiu (já que os familiares queriam sua morte, muito amor familiar),  Cersei é aomilhada humilhada pelo Alto Pardal (foi a cena que me deixou com mais raiva, já que AMO Cersei), Myrcella morre envenenada voltando de Dorne (Cersei perde uma filha)… Ou seja, só coisa ruim.
Eu acredito que, independente do final da série, o destino dos que restam na casa Lannister não é bom, ainda mais se a gente lembrar da profecia que Cersei ouviu de uma feiticeira chamada Maggy, a Rã. De acordo com a bruxa, os três filhos da rainha seriam coroados, mas jamais reinariam (a gente pode entender isso como morte), seu casamento seria infiel e infeliz, tudo que ela mais ama seria tomado por uma rainha mais jovem e mais bela (que todo mundo acredita que seja Daenerys) e Cersei morreria pelas mãos do irmão mais novo.
2. TARGARYENS: REASCENSÃO, TRIARQUIA E DRAGÕES
Pra mim, é a casa (talvez) mais queridinha da série, em disputa direta de popularidade com os Starks. O futuro de Daenerys Targaryen é meio que certo: não acredito que vá haver a morte da mother of dragons, mas sim algumas reviravoltas no contexto familiar (já que a fia acha que tá sozinha no mundo). Munida dos seus três dragões, Khaleesi toma de volta tudo que foi tirado de sua família, punindo todos seus inimigos declarados e ocultos (esse seria o final mais boring e clichê).
Pra quem é ligado nas teorias, sabe que muita gente acredita que Jon não é um bastardo Stark e Tyrion não é um rejeitado Lannister. Na verdade, os dois são da família Targeryan: o primeiro possivelmente é ~~fruto do amor proibido~~ (parece música de pagode) entre Lyanna Stark e Rhaegar Targaryen. Ou seja, Jon foi criado pelo seu tio Ned (que sempre se referiu ao menino como “sangue do meu sangue”) como filho bastardo para evitar que fosse assassinado por Robert Baratheon (que iniciou toda confusão em Westeros com a rebelião contra a Casa do Dragão). Já Tyrion seria meio Lannister, meio Targaryen, consequência da obsessão do Rei Louco por Joanna Lannister (mas a gente não tem a confirmação se foi  algo sentimental ou um estupro), o que o torna mais um herdeiro pro trono.
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3. SHIPPANDO: JON + DAENERYS  = JOENERYS
Alguns fãs da série querem muito esse final (até eu já pensei que poderia acontecer e não seria tão ruim, pra mim), mas, apesar de possível, é pouco provável. Vindo de Essos, Daenerys, destinada a tomar de volta tudo que lhe  pertence, topa com Jon, que se apaixonZZZZZZZZzzZZZZzzZZZZZzzZZZzz… Entenderam o motivo de não ser um final  TÃO legal?! O final da série pode terminar ficando meloso e clichê, palavras que praticamente não existiram ao longo da trama.  É claro que muitos desfechos podem ser dados, como os dois se unirem enquanto casal pra derrotar inimigos em comum (lembrando que a mãe dos dragões não é fã dos Starks, por isso não é algo muito “”sólido””) ou só rolar aquela ficada mesmo  e juntar apenas pra batalha e fim.
4. STARKS COMO CENTRO DE TUDO
Sinceramente? Acharia PÉSSIMO, já que não morro de amores pela Casa do Lobo. Mas é possível sim que os Starks dominem Westeros, já que tá existindo um movimento no sentido do reencontro da família (que, segundo algumas teorias, só tem força enquanto estiverem unidos). A separação da família gerou desfechos que se resumem em uma palavra: morte. A reunião dos Starks traria a paz de volta aos Sete Reinos, expulsando os Caminhantes Brancos, tudo pela liderança da Casa do Lobo. O reencontro de Jon, Sansa, Arya e Benjen (incluam Rickon, se quiserem. Pra mim, é quase uma planta) traria de volta a força  da família, trazendo esperança pro povo do norte e do resto do continente, sendo o símbolo da luta o próprio João das Neves (que é queridinho por muita gente, inclusive por mim, beijos Kit Harington)
Ainda é possível que Daenerys tenha uma participação nessa tomada de poder dos Starks, mas ela, por estar famosinha em Essos, voltaria com os dragões pro outro continente, deixando pra trás o passado em Westeros, seguindo uma nova vida (o que é algo muito bonzinho e ingênuo pra Daenerys que temos hoje, explico melhor no próximo possível final).
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5. DAENERYS:  A “NÃO TÃO QUEBRADORA-DE-CORRENTES”
Existe uma galera alimentando uma teoria que dá um final interessante: Daenerys, de mocinha, passaria ser uma vilã nata, repetindo os passos de seu pai, o Rei Louco. A ideia da mother of dragons não ser tão boazinha pode até ser chocante, já que a vida da coitada se resume a sofrimento, mas faz sentido se a gente para pra ver que as últimas ações dela estão muito mais pautadas numa “sede de poder e vingança”, do que no sonho de ser uma boa rainha. Essa obsessão de Daenerys pode terminar levando-a ao título de “Rainha Louca”, já que o ataque à Baía dos Escravos e Westeros tem pouquíssimo haver com justiça e liberdade, mas sim com desejo de poder e domínio. É bom lembrar, ainda, que Khaleesi jurou vingança não só às famílias vilãs de Westeros (como os Freys e Lannisters), mas às queridinhas e protegidas também (caso dos Stark, que não aguento mais ver sofrendo de tanta morte).
Fim da sessão com bola de cristal.
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