Hobby — Fotografando “Toy Art”

Fotografia é um tema que eu gosto muito, principalmente se for foto de “coisas” (nada contra seres humanos, até sou um, mas…). Comidas e objetos são os dois nichos que mais gosto e por isso vira e mexe eu tô tirando foto de algum desses temas, seja pra usar de wallpaper ou deixar guardado na memória do celular.

Falando mais especificamente de fotos de objetos, eu amo fotografar brinquedos, já que a sensação de liberdade pra criar é gigante. Seja a foto do brinquedo comercial ou colecionável, tudo termina sendo “criação artística” e cada foto vai trazer sentimentos variados pra quem tira e pra quem vê.

A vontade de fotografar por hobby aumentou quando eu conheci um instagram que se chama 30 Days of Toys, que é alimentado pela Luh Testoni, fotógrafa, blogueira e youtuber. O trabalho dela é sensacional (pretendo falar mais sobre depois), tanto que me motivou a começar a postar mais as fotos que eu tirava por aí.

Pensando nisso, trago algumas fotinha que tirei de alguns toys que ganhei/comprei/herdei (até parece que eu tenho 75 anos). Espero que curtam :-))
Pros fãs de "As crônicas de Nárnia". Relíquia em formato de brinquedo, já que nem eu lembro direito quando ganhei isso (se não me engano, foi em caixa de cereal!)
Pros fãs de “As crônicas de Nárnia”. Relíquia em formato de brinquedo, já que nem eu lembro direito quando ganhei isso (se não me engano, foi em caixa de cereal!)
Afundado em m&m's
Lego afundado em m&m’s

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O Mike Wazowski também é relíquia-brinde-do-mc-donalds
O Mike Wazowski também é relíquia-brinde-do-mc-donalds.
Yoshi que foi brinde do Mc Lanche Feliz (eu com 22 anos pedindo um Mc Lanche Feliz, imaginem a cena).
Yoshi que foi brinde do Mc Lanche Feliz (eu com 22 anos pedindo um Mc Lanche Feliz, imaginem a cena).
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“Recife Coffee” – Conhecendo o Pequeno Expediente Café

Oi, povo!

Essa semana, uma amiga da faculdade fez o favor de reforçar meus hábitos alimentares (a.k.a gula) me falando de um evento que eu nem sabia que tava acontecendo aqui em Recife, que se chama “Recife Coffee”. Se você já participou de alguma Restaurant Week aí pelo Brasil (se nasceu em berço de ouro, pode incluir “pelo mundo”), a pegada é basicamente a mesma: pagar um valor cheio pra comer um menu completo.

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Diferente da RW, que você paga por uma entrada, prato principal e uma sobremesa, no Recife Coffee você vai pagar um preço fixo pra consumir um café, um produto salgado e um produto doce. No meu caso, bateu logo um nervoso de gordinho porque eu fiquei sabendo que as 15 cafeterias que tão participando do evento estão oferecendo o conjunto pela bagatela de R$17,90, que é um valor barato, se a gente para pra pensar que tem cafeteria-franquia que cobra R$12 só no cafezinho.

O evento, que começou dia 2 e vai até o dia 29 de Maio, tem três objetivos básicos: disseminar a cultura do consumo do café, dar espaço de divulgação pra locais mais intimistas (tanto que só pequenos negócios podem participar do evento, redes grandes de cafeteria ficam de fora), além de realizar uma ação social com a coleta de material de higiene infantil pra Creche Nossa Senhora da Boa Viagem, que atualmente cuida de 110 crianças com menos de 5 anos.

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Como eu gosto de café e amo comer (amo mesmo, de verdade verdadeira), não pensei duas vezes e fui no estabelecimento que tava mais próximo da minha faculdade, que se chama “Pequeno Expediente Café”, um local pequeno e super confortável pra você dar uma pausa nas atividades e/ou terminar seu dia de trabalho. De cara, peguei logo um panfleto que falava mais um pouco sobre o evento, explicando que cada cafeteria teve a liberdade para criar seu menu ou montar um com o que já estava presente no cardápio. O local tem uma temática dedicada à divulgação da história e notícias da Assembleia Legislativa de Pernambuco (tanto que o papel de parede é todo de jornal com notícias reais).

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O panfleto traz, também, um mapa gigante de onde cada uma das 15 cafeterias está situada em Recife, além de trazer uma síntese do menu e da história de cada local, o que é bom, já que você pode se planejar e ir no lugar que mais te agradar. Pra poder desfrutar do evento, você deve pedir pela “Sugestão do Barista”, que é justamente essa parte especial do cardápio criada pra Recife Coffee.

No caso do Pequeno Expediente Café, o conjunto inclui um Cappuccino Joaquim Nabuco (que leva café, leite vaporizado, leite condensado e ovomaltine), um sanduíche criado só pro evento, que leva presunto de parma, gorgonzola e abacaxi, e um mini waffle com morango e Nutella (babem de vontade de comer!!). Sério, digo logo que valeu muito a pena, já que o preço foi compatível com a qualidade da comida, que, por sinal, matou minha fome ( que é constante). Além disso, o atendimento foi super rápido e a barista que tava no local foi mega atenciosa, explicando tudo sobre o evento e o menu da casa.

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Cappuccino Joaquim Nabuco <3
Mesmo que você não tenha um paladar refinado (também não tenho), vai amar o sabor do recheio
Mesmo que você não tenha um paladar refinado (também não tenho), vai amar o sabor do recheio do sanduíche.
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Síntese da minha gula nessa imagem aí

Caso tenha ficado aquela curiosidade pra saber quais cafeterias estão participando da Recife Coffee, vou deixar a lista com os endereços dos 15 estabelecimentos aqui embaixo. Informações mais detalhadas estão no Instagram e no Facebook dedicados ao circuito gastronômico.

Bom café pra vocês! 🙂

Instagram e Facebook do Pequeno Expediente Café

Lista com o endereço de todos estabelecimentos participantes do circuito:

A Vida é Bela – Rua Francisco Lacerda, 394, Várzea
Apolo Beer Café – Rua do Apolo, 164, Recife Antigo
Malakoff Café – Av. Abdias de Carvalho, 1142, Prado
Tokyo’s Café – Av. Doutor Malaquias, 79, Graças
Vovó Nice – Rua José Bonifácio, 668, Torre
Espaço Sensorial do Café – Rua Ribeiro de Brito, 901, Boa Viagem
Bogart Café – Rua Afonso Pena, 96,Santo Amaro
Café com Dengo – Rua Teles Júnior, 489, Aflitos
Madalena Café – Rua Prof. Benedito Monteiro, 224, Madalena
Malakoff Café – Av. Abdias de Carvalho, 1142, Prado
Na Venda – Rua Amélia, 373, Graças
Café do Brejo – Rua Capitão Lima, 20, Santo Amaro
Ernesto Café – Rua Abelardo, 58, Graças
Fervo – Rua Sá e Souza, 878, Setúbal
Lalá Café – Rua Barão de Itamaracá, 284, Espinheiro
O Pátio – Av. Rui Barbosa, 141, Graças
Pequeno Expediente – Rua Mamede Simões, 115, Santo Amar

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Leiam “Um Passarinho me contou”!

Oi, povo!

Calma, o título não é pra ser entendido como uma ordem! É pra ser entendido como ordem sim!

Minha relação com a leitura começou desde cedo: incentivado pela minha mãe, toda semana eu comprava um livrinho daqueles de R$1,99 que tinha histórias de contos-de-fada (criança viada jurando que era princesa Disney). Além disso, eu era (e ainda sou) presenteado com livros por ela, o que me fez/faz gostar MUITO de ler.

Hoje, meu maior desafio é me adaptar à leitura de novos gêneros, já que eu sou muito apegado às ficções e suspenses. Meu ponta-pé da mudança foi com um livro que eu já tava de olho há um bom tempo, que se chama “Um Passarinho me Contou – Confissões de uma mente criativa” de Biz Stone.

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Sério, se tem uma coisa que eu detesto é comprar livro pra não ler porque não gostei do assunto/modo de escrita/estrutura (e olhe que isso já aconteceu várias vezes, me fazendo chorar lágrimas de sangue encorpadas com dinheiro). Felizmente, dessa vez não foi o caso: a leitura fluiu tão rápido que eu nem notei quando tava chegando no fim.

“Tá, mas o que é que esse livro tem demais?”  Bem, Biz Stone é uma das mentes criativas por trás do Twitter (me segue lá!), mas o surgimento da rede social não se deu de forma tão simples, pelo contrário, o fundador passou por poucas e boas, desde estar afundado em dívidas até demissões de excelentes empregos, como na Google, pra chegar onde chegou.

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Biz conta não só a história da sua vida, mas também do próprio Twitter, que se vê nascendo, crescendo e amadurecendo em conjunto com o próprio processo de crescimento do autor. É como se a vida dele e a vida da rede social fossem uma coisa só.

Eu não poderia delimitar a obra como um livro de autoajuda, ou como uma biografia. Na verdade, o texto é uma mistura de várias coisas: empreendedorismo, criatividade, inovação, superação, medos, sonhos. Tudo isso com uma finalidade: a gente buscar aquilo que de fato move a gente, que faz a gente se sentir vivo pra realizar algo.

Gostei tanto do livro que fiz várias marcações pra lembrar dos trechos que mais gostei
Gostei tanto do livro que fiz várias marcações pra lembrar de alguns trechos.

Como eu tô numa fase muito “buscar meu eu profissional”, o livro foi excelente pra eu compreender algumas coisas: como o mundo dos negócios, o mercado de trabalho, as relações entre as pessoas funcionam hoje em dia. Como eu não sou nenhum especialista em literatura, deixo minha dica se você tá procurando algo com uma essência um pouco diferente pra ler, que não se enquadra em uma estante específica de livraria, ainda mais se você tiver numa fase de conhecimento pessoal/profissional.

Literatura no Brasil não é tão barata quanto eu gostaria que fosse: o livro custou R$40, que é um preço médio e muito bem pago pro conteúdo da obra (sério, podem comprar sem medo!).

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LolliFlash da Asus, vale a pena comprar?

Oi oi, personas!

Há um tempo atrás (acho que tem quase dois anos), eu vi umas blogueiras de moda usando um truque pra iluminar mais fotos, deixando a pele mais bonita (como se as fias já não gastassem rios de dinheiro com dermatologista e creme): um flash portátil que você usava em cima do celular e ‘tcharam’. Eu, como bom olho grande que sou, comecei uma caçada pelo acessório pra usar no meu falecido iPhone 4s (!!!!!!).

Entretanto, notei dois problemas de imediato: primeiro, o acessório tinha um preço meio salgado, até porque nem no Brasil vendia. Segundo, o componente ficava MUITO, MAS MUITO FEIO acoplado no celular. Resultado: desisti da compra. De uns meses pra cá o desejo voltou à tona com o lançamento de uma case iluminada (que uns dizem ser obra do estilista da Beyoncé, enquanto outros dizem ser fruto do empreendedorismo das Kardashians), que custa nada mais, nada menos que US$60. Desisti da compra?! Sim, porque dólar tá nas alturas e eu sou pobrinho.

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Minha ânsia por um acessório de iluminação foi saciada com a compra do Lolli Flash da Asus, que é um flash portátil bem discreto e com um preço ótimo (R$50 pra ser mais exato!). O mini-iluminador adota um sistema de iluminação de LED de duas cores — branco e ambar — já presente em boa parte dos bons celulares, fato que evita que a foto fique “estourada”. Além de ser super fácil de transportar, podendo ser colocado no bolso da calça, o flash vem com um “plug falso” pra acoplar na porta de som de 3,5mm do smartphone, onde a gente costuma colocar o fone de ouvido.

caixalolliflashEntrando no site da Asus, você vai pode escolher entre cinco cores (Preto, Branco, Azul, Vermelho e Amarelo), todas custando o mesmo valor. Além do flash, a caixinha vem com três “tampinhas filtros” (branco, azul e rosa) pra alterar a tonalidade da luz e um manual de uso. Pra carregar o acessório, você precisa ter um cabo USB pra conectar na energia ou no PC. Enquanto carrega, o flash exibe uma luz vermelhinha, quando carregado a luz fica verde.

Captura de Tela 2016-05-09 às 21.18.56 Captura de Tela 2016-05-09 às 21.19.10

A luminosidade pode ser alterada em três níveis: fraco, médio e forte. Tudo vai depender do seu objetivo na hora de fotografar e da iluminação do ambiente. Particularmente, gostei dos três níveis, é só saber como e onde usar e a foto fica bem iluminada. A duração da bateria não é tão longa, mas é suficiente pra você fazer o uso específico do momento que você deseja fotografar (de acordo com o site da Asus, pode durar de 20 minutos até 3 horas).

lolliflashusbNa prática, o flash ajuda muito pra quem tira fotos com um nível de proximidade variando do perto pro médio. Ou seja, se você gosta de tirar fotografias de objetos de decoração, bichos de estimação e (claro) selfies, o acessório vai ser muito útil. O componente até serve pra fotografar e filmar com uma distância mais considerável, mas o objetivo é a foto com maior proximidade. Os filtros são úteis, mas não são o ponto forte, já que existem vários apps de edição que a gente pode usar pra dar aquela mudada na foto.

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Apesar do LolliFlash ter sido projetado para usar em qualquer porta de som de qualquer smartphone, eu noto que ele funciona bem se a entrada der 3,5mm estiver na parte superior do celular (ainda mais se for um Zenfone). Como eu uso um iPhone, tenho que posicionar bem o braço pra selfie ficar legal ou pra fotografar algum objeto, já que o mini-iluminador fica acoplado na parte de baixo. Isso não chega a ser um problema, mas se o flash ficar na parte superior do seu celular, pode ter certeza que vai ser mais fácil fazer suas fotos.

Se você curte fotografia e gosta de fotos bem iluminadas, além de querer dar um up nos acessórios do seu celular por um preço convidativo, o LolliFlash é uma alternativa muito boa. Fica a dica aí pra vocês :))

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Passos da Semana — Cheesecake, livraria e games

Oi oi, personas!

Eu sei que pra um domingo, que  basicamente é um dia de ócio, a gente deveria usar o cérebro pra coisas produtivas. Mas, no meu caso, é dia ocioso até pros meus miolos. Pensando nisso, segue um resumão dos meus passos na minha desinteressantemente interessante semana (+ dicas bônus).

1.Palácio Café – Segunda-Feira (18/04)

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O local é uma das minhas cafeterias favoritas daqui de Recife. A primeira vez que fui foi por indicação de uma amiga, no final de 2014. Hoje em dia, sempre que termino minhas atividades do trabalho, tento dar uma passada lá, que tem “palácio” no nome por ficar do lado do Palácio da Justiça, sede do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Tudo é muito bom: preço (economia meu povo!!), bebidas, comidas, além do atendimento.

A foto tem meu “combo” favorito: cheesecake de frutas vermelhas com soda italiana de maçã verde, que dá algo em torno de R$15 (super barato se a gente tomar por base as cafeterias de “”renome”” que Recife tem). Se quiser dar uma passada, o endereço é 117 – R. Frei Vicente do Salvador, 1 – Santana, Recife – PE, 50010-030.

2. Livraria Saraiva – Terça-Feira (19/04)

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Dentro de um shopping center, livraria tá no meu “top 5 lojas favoritas”. Sério, perco a noção do tempo dentro de uma, ainda mais se for bem estruturada feito a Saraiva. Eu AMO ler, então passo horas e horas folheando livros e revistas. Fui no RioMar Shopping resolver burocracia e terminei dando uma “passadinha” (que rendeu a compra de um livro que eu trago pro blog em outro post!) no local.

3. GamerZ Burguer – Quarta-Feira (20/04)

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A hamburgueria GamerZ Burguer era um local que já tava pendente pra ir com meu boyfriend desde que inaugurou (meados de Outubro de 2015), mas só na última quarta-feira que a gente tomou vergonha na cara pra ir conhecer. O lugar é incrível: traz vários elementos da cultura gamer junto com hambúrgueres (respeitando a língua portuguesa usando o plural) artesanais, como o cardápio tendo todos os itens com nomes de personagens ou de games.

O local tem um primeiro andar contando com vários consoles old school (Nintendo 64, Super Nintendo, Mega Drive…) pra você jogar enquanto a comida não chega ou tá esperando uma mesa ficar livre, fato que ganhou váááários pontos comigo, já que detesto ficar esperando pra comer.

Falando da comida, não tenho o que reclamar. Eu e o boy pedimos duas porções de batata-frita com molho de queijo, um hambúrguer duplo (que a gente achou que fossem dois sanduíches, mas na verdade é um sanduíche com duas carnes artesanais gigantes, que estavam bem temperadas) e uma sobremesa que não lembro o nome, mas levava sorvete, brownie, chantilly e também tava maravilhosa. Como sou gordo de corpo e alma, comi antes de tirar foto, só depois que me toquei.

A gente comeu horrores e gastamos pouco mais de R$60, valor que valeu muito a pena levando em conta a comida, o espaço e o atendimento.

Boa semana pra vocês!

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Eu quero! Personagens da Disney em LEGO!

Oi oi, personas!

Se tem uma coisa que me deixa louco é o assunto “LEGO”. Não só por ter marcado minha infância, mas também por ter se tornado algo que, hoje, vai além do universo infantil. Seja como brinquedo, item de decoração ou ferramenta para planejamento arquitetônico, a marca LEGO mexe com crianças, jovens, adultos e idosos.

Recentemente, a Disney/Pixar anunciou uma parceria com a empresa conhecida pelos tijolinhos coloridos: alguns personagens vão ser vendidos em formato de bonequinhos (quem é fã deve tá morrendo do coração), coisa que já prevê minha carteira ficando vazia. Gente, é sério, o negócio tá absurdamente lindo, tanto que já vai me dando aquela vontadinha de entrar no cheque especial pra poder comprar tudo.

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Eu, como bom pobre economista que sou, já comecei selecionando alguns personagens que eu quero MUITO (!!!): Mickey, Malévola, Alice, Ariel… ou seja, todos né. Tá quase uma guerra selecionar os bonequinhos mais “importantes”. Pior, já comecei a caçada à novidade.

Na última terça-feira, eu dei uma passada na loja da LEGO no RioMar Shopping daqui de Recife. O vendedor que me atendeu disse que a previsão de chegada tá entre final de Maio e início de Junho, mas que ele não sabia informar o preço exato. Entretanto, se a gente tomar por base a coleção dos Simpsons (que também fez um mega sucesso), cada bonequinho vai tá custando R$19,90, um pouquinho mais caro que os bonecos das coleções “não-temáticas” (cada unidade custa R$12,90).

Ou seja, preparem os bolsos!

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Oi

Oioi personas!

Há dias eu tô pensando como começar o primeiro post “disso aqui”. Mas sabe quando o sexto sentido empurra você com aquela sensação de “FAZ LOGO!!”?! Pronto, foi mais ou menos isso que eu senti e decidi dar o primeiro passo.

Na verdade, eu não sei por onde começar: ser certinho demais é brega e ser desleixado demais é ser uó. Meu nome é Diego, tenho 22 anos e sou de Recife, Pernambuco. Compartilhar coisas na internet é algo que já fiz diversas vezes, mas tudo de forma despretenciosa. Nos últimos meses eu vinha sentindo a necessidade de criar algo que compartilhasse um pouco de mim, um pouco do que eu acho, um pouco do que sei das coisas e do mundo (até parece!!).

O “O consumista” surgiu disso: da vontade de fazer algo que mostre uma parte do meu “eu”. Desde a besteirinha que vende na papelaria (sou louco por material de papelaria!) passando pelo direito que você tem, mas não sabe (sim, sou estudante de direito) e indo parar na forma como compreendemos o mundo.

O consumo (em suas mais variadas formas) é totalmente presente na minha vida. Também sou muito indeciso pra dizer de forma milimétrica sobre o que vou falar aqui: tecnologia, comida – em especial os doces – cultura pop e geek são coisas que acompanho, mas nada é regra. Bom-humor, com ou sem sarcasmo e ironia, é uma característica minha, mas também sei ser sério (só quando necessário!).

Acabei de notar que já tô falando demais pra algo que era pra ser só uma “”abertura”” (sim, eu falo demais, prolixo até o fio do cabelo). Espero que curtam esse espaço :))

Bônus comemorativo em formato de gif:

 

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